Terminou a aventura da equipa desta freguesia no Torneio de Futsal Inter-Freguesias, organizado pela Câmara Municipal de Chaves/Eurocidade Chaves-Verin. E terminou porque no passado Domingo, em jogo disputado no Pavilhão Municipal de Verin, perderam com a equipa de Faiões, por 3-2.
Desta vez a nossa equipa apresentou apenas jogadores cá do sitio, que, mesmo assim, conseguiram fazer melhor que no ano anterior com os "craques" vindos de fora, que não passaram da 1ª fase. Já o ano passado aqui dissemos que existem aqui em S, Lourenço muitos rapazes com habilidade para a prática desta modalidade, para além dos que agora tomaram parte, o que precisam é de ser bem preparados. Não é só fazer a inscrição e uns dias antes juntar alguns desse rapazes e dizer-lhes que estão inscritos e que dali a dias há jogo. Isto tem que ser bem preparado e com bastante antecerdência. Temos cá em S.Lourenço quem saiba da "poda" e, como tal, bastará contactar essa pessoa para organizar uma equipa, fazer treinos e depois seleccionar aqueles que considerar os melhores.
Enquanto assim não acontecer. não vamos a lado nenhum.
Ainda fomos descobrir mais este barraco aqui bem próximo da aldeia. Etsá muito bem conservado, quer de paredes quer de telhado, simplesmente não está a ser utilizado, porque nas suas imediações já há casas de habitação, uma das quais pertencentes ao mesmo dono do barraco. Uma boa maneira de preservar o que os antepassados deixaram.
Em vários locais da nossa aldeia existem caixas iguais às da foto. Estas caixas servem para o carteiro deixar a correspondência destinada ás pessoas cujas habitações ficam um pouco mais diastantes do seu local de passagem. Julgamos que isto já não tem razão de existir, por
dois motivos. Primeiro, os CTT exigiram que em todos os arruamentos fosssem colocadas placas com o seu nome e as casas devidamente numeradas e ainda a colocação da respectiva caixa de correio., para que o carteiro pudesse fazer a sua diatribuição correcta. Segundo, porque, pelo menos aqui em S. Lourenço, o carteiro faz a diatribuição andando de automovel de rua em rua.
Se assim é, porque obrigar as pessoas a deslocarem-se diariamente das suas moradias, até âs caixas pata verificarem se têm correspondência ?
Fica o reparo.
A Esteva é uma planta com flores da familia das Cistaceae, É oriunda das regiões mediterrânicas e atinge , mo máximo . entre um e dois metros de altura. As folhas são persistentes e de cor verde/escuro e as flores brancas, geralmente com cinco pétalas muito finas, com centro amarelo e com pintas acastanhadas.
Na nossa zona é muito vulgar encontrarem-se Estevas e sempre ouvimos dizer que a flor da esteve é muito bois para fazer chá para o tratamento de doenças do estômago.
Cá estamos novamente, após um cirto interregno.
Já aqui o escrevemos que S. Lourenço foi em tempos uma aldeia onde havia muitas profissões: Alfaiates, Sapateiros, Carpinteiros, Tamanqueiros, e muitas outras. isto é; aqui havia de tuido.
A casa que vemos na imagem, hoje restaurada e apenas casa de habitação, foi, no passado,alé de casa de habitação, uma tamancaria. Quando o tamanqueiros, devido à sua avançada idade, deixou de poder trabalhar a tamancaria acabou
Mais uma cancela de madeira. Feita há muito pouco tempo e de construção fácil. QAkguns paus , uns ao alto outros atravessados e pregados uns nos outros e aí está uma cancela feita e sem grandses gastos.
PS. Por motivos de ausência este Blog não se vai publicar. amanhã, Sábado e Segunda-Feora. Voltaremos na próxima Tera-Faira. se Deus quiser.
Aqui nanossa terra, as couves galegas não estão só na hortas. De vez em quando lá aparece uma ou outra num arruamento, como esta que aqui deixamos que está em plena Rua dos Soutos. Para que isto aconteça, não precisa ser plantada. Basta uma pequena semente cair entre o paralelos da rua e aí cresce e se desevolve. Depois as pessoas que morarem junto ao sitio onde a couve nasceu tratam dela, não que lhes faça falta para consumo, mas para embelezar e ser um caso que raramente acontece.
De vez em quando vamos mostrando aqui algumas casas da nossa aldeia, que foram construidas ou reconstruidas nos últimos anos, para que alguns dos nossos emigrantes noutros Continentes e que já não vêm à nossa terra, há alguns anos, vão verificando o progresso da suas terra natal, neste campo.
Por isso aqui deixamos hoje mais uma.
Antes de aparecerem as ceifeiras-debulhadoras, a ceifa do trigo e do centeio eram feiras manualmente. Grupos de homens\, e por vezes também mulheres, juntavam-se e lá iam eles de "gadanho" em punho para fazerem as cegadas. DEpois enquanto uns cortavam a palha iam outros por trás fazendo os molhos. Era o que se chamava atar. Os molhos eram apertados com a propria palha que retiravam dps molhos já apartados, à qual chamavam "Vencerlha". No final de todo o trabalho concluido juntavam-se os molhos e ficavam na terra durante mais alguns dias para o cereal ficar bem seco. Passados esse dias fazia-se a "acarreta" para as eiras, onde haveria de seer malhado. Este trabalho era feito em carros de bois. Aqui na nossa aldeai havia muitas eiras, umas públicas outras patticulares. Ali eram feitas as mêdas. Primitivamente as malhas eram feitas igualmente à mão, mas depois chegaram as malhadeiras que eram movidas por um motor e apenas malhavam. A seguir à malha o cereal teria ainda que passar por uma outra máquia para ficar limpo de todas as impurezas. Mais tarde vieram as malhadeiras/limpadeiras (que podemos ver na foto) e que já eram movidas com tractor agricola.
Estas máquinas, aghora só servem para museu.
Giesta é o nome vulgar de várias espécies arbustivas pertencentes às tribo Genisteae, que se ramificam desde junto ao solo e tem um porte menor em relação às árvores. Não necessitam de grande espaço para sedsesenvolverem.
É netas época do ano que as giestas se encontram floridas, com as suas flores, umas brancas, outras amarelas. Por florirem nesta época, àquelas que produzen flores amarelas, também há quel lhes chame Maias.
Há giestas que , por vezes, atingem um maior porte e são aproveitadas para lenha. Nos montes aqui à volta aparacem giestas de qualquer espécie, com muita frequência,