Embora já não seja tão vulgar como até aqui há uns anos atrás, ainda se vão vendo por cá coisas destas. O burro e a carroça para fazer o transporte de lenhas, estrumes. produtos agricolas, fenos, etc. Neste caso, é transporte de lenha.
Ao darmos mais uma volta pelas redondezas da nossa aldeia, fomos descobrir lá para Trás das Ladeiras, mais o que resta daqyilo que, em tempos, foi mais um barraco. Está totalmente em reuinas e presentemente já não tem qualquer utilidade, o que aliãs, deve ter acontecido há bastantes anos atrás. Está situado no meio de um monte que, outrora, foi terreno de cultivo e também vinha. Talvez por isso é que o barraco ali deve ter sido construido.
Este Blg está de parabéns. Completa hoje 3 anos existência. Foi precisamente no dia 6 de Março de 2009 que se publicou pela 1ª Vez. Ao longo destes 3 anos aqui temos vendo diariamente, para mostrar as coisas boas, e menos boas, que a nossa terra tem e ainda para informar aquilo que de mais relevante por cá se vai passando. Temos feito de tudo um pouco: informações, sugestões e até, por vezes, algumas criticas, mas sempre com o intuito de contribuir para o engrandecimento da nossa terrra. Não tem sido uma tarefa fácil, mas anima-nos o facto das várias mensagens que temos recebido a encojarar-nos para continuar, principalmente daqueles que são de S. Lourenço e habitam longe da sua terra natal. Sabemos o quanto ficam satisfeitos por irem todos os dias verem o nome da sua aldeia neste espaço. Os nossos emigrantes, estejam elese em Portugal ou no Estrangeiro, merecem-nos um carinho muito especial.
A todos quantos nos tem apoiado aqui deixamos os nossos agradecimentos, prometendo-llhes que, na medida do possivel, tudo faremos para continuar. Aqueles que não gostam (pouquissimos), esses, terão que nos ir aguentando.
S. Lourenço não é uma aldeia onde abundam as amendoeiras. No entanto lá aparece uma ou outra. É nesta época que começam a florir, embora este ano um pouquinho adiantadas, talvez derivado as temperaturas altas para a época, que se têm feito sentir. Ainda assim, as poucas que há, com a flor, dão um bonito colorido aos locais onde se encontram, a fazer lembrar a Primavera que está quase a chegar.
Lá mais para diante teremos as cerejeiras, que, essas sim, são muitas e depois de floridas oferecem-nos um espectáculo deslumbrante.
No tempo em que são as máquinas que fazem quase tudo, muitas das donas de casa aqui na nossa aldeia, aproveitam o Sol (por enquanto ainda não se paga uimposto por ele) para secarem a roupa depois de lavada. Assim também pouypam energia eléctrica que está muitissimo cara. Os estendais estão quase todos nas varandas das casas, que com a roupa a secar lhe dão um colorido muito lindo.
Quando vemos um estendal numa qualquer varanda, faz-nos lembrar o tempo em que em S. Lourenço havia muitas lavadeiras e que depois de lavada a roupa das suas freguesas, no Ribeiro de Cabanas, que por aqui passa, estendiam-na no Sardoal a secar, e que bonito ficava aquele local.
Noutros tempos, quando se construiam as escadas de acesso às moradias, eram feitas em pedra, pois não era usual o cimento e o ferro. Davam até muito mais trabalho. Mas era mais fácil arranjar a pedra do que ter gastar dinheiro, porque também escasseava, na compra do cimento e do ferro e da areia.
Então a espaço que ficava por debaixo das escadas também era aproveitado. Geralmente, era onde se fazia o galinheiro, muito embora também tivesse outras utilidades. Claro está, que para ter acesso a esta dependência era necessário uma abertura na parte de trás. Então para que essa abertura fosse vedada, construiam uma pequena porta em madeira, tal qual conforme a da foto.
Isto agora nas novas construções está ultrapassado.,
No noite de 28 para 29 de Fevereiro, um automóvel deve ter entrado em despiste na Curva das Quintas, na Estrada Nacional, saiu da sua faixa de rodagem e foi derrubar o sinal luminoso intermitente de limitação de velocidade, do outro lado da Estrada, Valeu que, na altura, não circulava por ali outro veiculo em sentido contrário ou até alguma pessoa, e o caso teria consequências maiores.
Agora das dua uma: ou o causador do acidente se assume e manda reparar o que estragou, ou então terá que o Instituto de Estradas a mandar colocar o sinal no devido lugar.