Vamos terminar (para já) com este ciclo de flores que desde há uns dias temos vindo a mostrar. Hoje é a vez das Rosas, que geralmente são das flores aquelas que as pessoas mais gostam. Nos vários jardins daqui da nossa aldeia abundam as Rosas. Há as vermelhas, as brancas, as cor-de-rosa e até umas de cor mais amarelada.
As Rosas ficam bem em qualquer lado, quer seja nos jardins, quer seja em arranjos florais. Também o seu cheiro é muito agradável.
Que flores tão bonitas estas que hoje aqui deixamos. Fomos encontrá-las no jardim de uma casa de habitação aqui em S. Lourenço. Perguntamos à proprietária da casa, qual o nome desta flores e foi-nos dito que se chamava um chorão. Soubemos ainda que, ainda pequeno, foi plantado num vaso, cresceu, floriu e o resultado está à vista.
Hoje vamos mostrar mais uma flior, que é muito vulgar aqui na nossa zona, especialmente nas bermas dos caminhos rurais e nas extremidades de algumas propriedadse agricolas. São as Papoilas.
Papoila é o nome vulgar extensivo de uma planta herbácea da família das Papaveráceas, de sumo leitoso, com pétalas geralmente vermelhas e maculadas de negro. Aparecem floridas nesta época do ano.
Amanhão voltaremos com mais flores.
Continuamos com as flores. Esta uma flor muito abundante aqui pela nossa zona. É uma planta de caule totalmente verde e que produz uma flor branca e com uma espécie de espiga amarela ao centro. Apesar de ser uma flor que não tem cheiro é muito bonita e muito utilizada em ornamentos florais.
Há quem lhes chame Jarros, mas também há quer lhes chame Copos de Leite.
Como este mês de Maio também é conhecido como o mês das flores, até ao final desta semana, iremos aqui mostrar flores de vários tipos, dos jardins das pessoas daqui da aldeia.
Hoje trazemos aqui esta pequen aárvore, que produz flores vermelhas muito bonitas e, ao que conseguimos apurar ser chama Japoneira.
Amanã voltaremos com outras flores.
As Estevas são plantas arbustivas de pequeno porte, pertencentes à familia das Cristáceas e muito abundantes am Portugal. Tambén na nossa zona existem imensas Estevas que, nesta época do ano estão floridas, com as suas flores brancas e amarelas.
Dizem as pessoas mais idosas que o chá da flor das Estevas é muito bom, para o tratamento de doenças do foro gástrico, principalmente do estômago.
Eles lá terão as suas razões.
Trafo. Era esta peça de ferramenta que antigamente os carpinteiros utilizavam para abrir furos na madeira. Na ponta, e para entrar na madeira ,tinha um bico em forma de rosca, segudo de uma parte do genero sem-fim, que fazia o furo e ao mesmo tempo que furava ia retirando os residuoa da mdeira que provocava ao abrir o furo. Na outra extremidade, e ainda em ferro, uma espécie de anel, onde era introduzido um pau, para que, a braço, se fosse rodando o trado.
Claro está, que havia trados de várias, espessuras, para utilizar de acordo com o diâmetro do furo a abrir. Presentemente esta peça de ferramenta deixou de ser utilizada e foi substituida por um sistema mais prático e menos cansativo.
Mais um barraco das propriedades agricolas aqui à volta da nossa aldeia. A este só lhe falta mesmo a cobertura, porque as paredes estão em óptimo estrado de conservação. Quanto tarbalho tiveram os antigos para transportarem para ali a pedra, fazerem a construção, para depois chegar a este estado.
A proipriedade onde se encontra, foi adquirida há pouco tempo pelo seu actual proprietário, e, segundo o que nos foi dito, está prevista a sua restauração.
Ai estão as primeiras cerejas da colheita deste ano. Embora esta qualidade não seja aquela que deu fama à nossa aldeia pelas suas cerejas (essas só estarão em condições por alturas do S. João), já aparece aqui e ali uma ou outra cerejeira com os seus frutos bem vermelhinhos.
Quando for na devida altura prometemos que vamos aqui mostrar aquelas cerejas de boa qualidade que, em tempos não muito distantes, daqui saiam diariamente em grande quantidade, e que compradores vindos de longe por aqui se demoravem mais de um mês para procederem à sua apanha.
Reparamos bem nesta fraga, ou se quiserem nestas três fragas juntas e que hoje mostramos. Imagine-se quantas tonaladas pesará aquela que está em cima das outras duas. São,na realidade, coisas impensáveis. Mesmo com as novas tecnologias talvez não haja máquina que consiga, içar aquele enorme pedregulho para a altura em que está colocado.
Só mesmo a natureza nos pode oferecer estes fenómenos, e, felizmente, a nossa terra é fértil nestas coisas.