Este é o Largo do Terreiro, aqui em S. Lourenço. Uma das Salas de visita da aldeia.
Era nesta Largo que há uns anos atrás se fazia a festa de S. Lourenço, no dia 10 de Agosto de cada ano. Agora a festa foi mudada para outro lsítio, por motivos de segurança, já que junto ao Terreiro está a Estrada Macional que passa pela nossa aldeia.
É aqui em frente deste Largo que está colocado um dos abrigos para passageiros que foram colocados na nossa terra, e placa de paragem de autocarros. Tambem ali podemos ver algumas árvores que nos dão muita sombra no Verão.
É ainda ali que anualmente se faz o leilão para a Igreja, por alturas do Carnaval.
Enfim. Um Largo de muitas tradições.
Qualquer coisa serve para improvisar um vaso para flores. É só preciso um pouco de imaginação.
Veja-se este caso: Dois pneus que já não servem para rolar, colocados um em cima do outro. Depois é do encher de boa terra e plantar as flores que se desejam. Fica bem em qualquer sítio.
O dia de hoje, 13 de Maio, é um dia de especial relevâncvia para Portugal e para o Mundo Inteiro. Foi efectivamente no dia 13 de Maio de 1917. que Nossa Senhora se manifestou pela 1ª vez a três pastorinhos na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, concelho de Vila Nova de Ourém, manifestação que se viria a repetir mensalmente todos os dias 13 até ao mês de Outubro desse ano, quando se deu o milagre prometido por Nossa Senhora do Rosário.
A partir daí são milhares e milhares de peregrinos, quer de Portugal, quer de Paises de todo o Mundo, que todos os anos a 13 de Maio se deslocam a Fàtima para agradeceram à Virgem Mãe, pelos pedidos que lhe fazem.
Muitos desse peregrinos fazem centenas de Quilómetros a pé para no dia 13 estarem presentes em Fátima. Na cidade de Chaves foi recentemente criada uma Associação denominada "Associação de Peregrinos Flavienses" composta por algumas dezenas de pessoas que todos os anos se deslocam a Fátima a pé. Integrados nessa Associação este ano também partiram daqui de S. Lourenço duas pessoas.
As comemorações deste ano tem a particularidade de serem presididas por Sua Santidade, o Papa Bento XVI.
Que, nossa Senhora do Rosário de Fátima a todos abençoe com o seu poder maternal.
Já são poucos os utensilios da lavoura que se encontram, iguais aos da foto.. Eram os chamados arados de madeira.
Era com estes arados que os lavradores abriam os sulcos na terra, para fazerem as suas sementeiras. É verdade que também já possuiam algum ferro: as meia luas, que são aquelas onde gira a roda também de ferro e um bico colocado na rabiça. De resto só madeira: Taimão, aivecas mãoseira, cunhas, etc.
Estes arados praticamente desparacerem para darem lugar a outros totalmente em ferro e mais tarde aos das máquinas agricolas.
Ainde bem que há quem preserve estas coisas.
Foram mesno tempos gloriosos aqueles que o nosso Dsportivo de Chaves, nos proporcionou há 25 anos atras.
Efectivamente em 30 de Junho de 1985, perla primeira vez subiu a então 1ª Divisão Nacional de Futebol, onde se manteve durante várias épocas.
Logo na época seguinte, isto em 1986/87, consegui até o apuramento para a Taça Uefa . Foram jogadores, como Alvaro, Vivas, Amândio, Paulo Rocha, Borges, Zé Albano, entre outros, então treinados pelo Raul Águas, que conseguiram este feito.
Na Taça Uefa chegaram à 2ª Eliminatória , tendo eliminado o Universidade de Craoiva, da Roménia, e depois na 2ª Eliminatória foram eliminados pelo Honved, da Hungria.
Presentemente o nosso Desportivo, vive nomentos dificeis, e no final desta épca futebolistica invade-nos um misto de alegria e de tristeza. Alegria, porque no próximo Domingo vai disputar a final da Taça de Portugal no Estádio do Jamor, ante o F.C. do Porto, e de tristeza porque não conseguiu a almejada permanência na Liga de Honra.
Esperamos que melhores dias virão e que o nosso Desportivo regresse rapidamente à elite do futebol Português.
Sempre ouvimos chamar a esta moradia (hoje desabitada) a Casa do Padre.
Chama-se asssim, porque, em tempos já muito antigos, foi a moradia de um tal Padre José Videira que, ao tempo, seria o responsável pelos serviços religiosos daqui de S. Louirenço. Além desta casa possuia várias propriedades agricolas, que, ao que se consta não teriam sido adquiridas da forma mais correcta.
As propriedades andaram durante largos anos alugadas a lavradores desta aldeia.
Na década de 50 do Século passado, a casa bem como todas as propriedades foram vendidas por descendentes da familia do Padre , residentes em Vilarandelo, a uma pessoa de cá da nossa terra, que ainda hoje as possui. Apesar disso, aqui em S. Lurenço, toda a gente ainda lhe chama a Casa do Padre.
Foi este o estado em que icaram a maior parte das vinhas e dos batatais, após a geada da noite de 4 para 5 de Maio e que dispensam palavras.
Ora então cá temos na foto de hoje as Maias. Então o que serão as Maias. São nada mais nada menos que ramos de giesta floridos. Há muita gente que no primeiro dia de Maio costuma por na porta da entrada das suas casas um ramo de gistas floridas, principalmente as amarelas.
É uma trdição que se perde nos tempos, mas que se vai mantendo.
Foi mesmo uma verdadeira miséria aquilo que aconteceu na noite de 4 para 5 de Maio aqui na nossa zona. Efectivamente nesse noite caiu uma grande geada, maior ainda que algumas no Inverno e, que, causou bastante prejuizo nas videiras, nas batatas, produtos horticolas e até em algumas árvores de fruto. Mete dó ir a uma vinha e ver tudo queimado.
Triste sina a dos agricultores que gastam aquilo que têm, e por vezes o que não têm, para comprar adubos, sementes, pagar a máquinas e o seu próprio trabalho, sem horário, para depois de um dia para o outro verem tudo destruido..
Há dias ouvimos na TV um dos altos responsáveis pelos destinos deste País dizer que a maior fonte de riqueza de Portugal era a agricultura. Concordamos. Mas onde estão os incentivos para que os agricultores possam produzir ?
Adubos e sementes carissimos, subsidios de miséria e pagos tardiamente, escoamento dos seus produtos só por favor e pagos a preços da chuva.
Assim perde-se a vontade de trabalhar na agricultura e abandonar os terrenos deixando-os por cultivar.
Já por várias vezes alertamos aqui para o estado degradante do edificio onde durante muitas décadas funcionou a nossa Escola Primária.
Agora é a vez de mostrarmos o estado em que está a ficar o edificio ao lado, onde onda está em actividade o Jardim de Infância e o espaço coberto entre este e as Casas de banho.
É uma autêntica vergonha.
Estas últimas infraestruturas foram contruidas há mais ou menos 30 anos e a partir daí, nunca mais ali se fez nasa e o resultado é o que se está a ver.
É necessário, que, com urgência sejam mandadas vedar as rachadelse existentes e e uma pintura nova.
Tem a palavra a Câmara Municipal e Chaves.