A Esteva é uma planta com flores da familia das Cistaceae, É oriunda das regiões mediterrânicas e atinge , mo máximo . entre um e dois metros de altura. As folhas são persistentes e de cor verde/escuro e as flores brancas, geralmente com cinco pétalas muito finas, com centro amarelo e com pintas acastanhadas.
Na nossa zona é muito vulgar encontrarem-se Estevas e sempre ouvimos dizer que a flor da esteve é muito bois para fazer chá para o tratamento de doenças do estômago.
Cá estamos novamente, após um cirto interregno.
Já aqui o escrevemos que S. Lourenço foi em tempos uma aldeia onde havia muitas profissões: Alfaiates, Sapateiros, Carpinteiros, Tamanqueiros, e muitas outras. isto é; aqui havia de tuido.
A casa que vemos na imagem, hoje restaurada e apenas casa de habitação, foi, no passado,alé de casa de habitação, uma tamancaria. Quando o tamanqueiros, devido à sua avançada idade, deixou de poder trabalhar a tamancaria acabou
Mais uma cancela de madeira. Feita há muito pouco tempo e de construção fácil. QAkguns paus , uns ao alto outros atravessados e pregados uns nos outros e aí está uma cancela feita e sem grandses gastos.
PS. Por motivos de ausência este Blog não se vai publicar. amanhã, Sábado e Segunda-Feora. Voltaremos na próxima Tera-Faira. se Deus quiser.
Aqui nanossa terra, as couves galegas não estão só na hortas. De vez em quando lá aparece uma ou outra num arruamento, como esta que aqui deixamos que está em plena Rua dos Soutos. Para que isto aconteça, não precisa ser plantada. Basta uma pequena semente cair entre o paralelos da rua e aí cresce e se desevolve. Depois as pessoas que morarem junto ao sitio onde a couve nasceu tratam dela, não que lhes faça falta para consumo, mas para embelezar e ser um caso que raramente acontece.
De vez em quando vamos mostrando aqui algumas casas da nossa aldeia, que foram construidas ou reconstruidas nos últimos anos, para que alguns dos nossos emigrantes noutros Continentes e que já não vêm à nossa terra, há alguns anos, vão verificando o progresso da suas terra natal, neste campo.
Por isso aqui deixamos hoje mais uma.
Antes de aparecerem as ceifeiras-debulhadoras, a ceifa do trigo e do centeio eram feiras manualmente. Grupos de homens\, e por vezes também mulheres, juntavam-se e lá iam eles de "gadanho" em punho para fazerem as cegadas. DEpois enquanto uns cortavam a palha iam outros por trás fazendo os molhos. Era o que se chamava atar. Os molhos eram apertados com a propria palha que retiravam dps molhos já apartados, à qual chamavam "Vencerlha". No final de todo o trabalho concluido juntavam-se os molhos e ficavam na terra durante mais alguns dias para o cereal ficar bem seco. Passados esse dias fazia-se a "acarreta" para as eiras, onde haveria de seer malhado. Este trabalho era feito em carros de bois. Aqui na nossa aldeai havia muitas eiras, umas públicas outras patticulares. Ali eram feitas as mêdas. Primitivamente as malhas eram feitas igualmente à mão, mas depois chegaram as malhadeiras que eram movidas por um motor e apenas malhavam. A seguir à malha o cereal teria ainda que passar por uma outra máquia para ficar limpo de todas as impurezas. Mais tarde vieram as malhadeiras/limpadeiras (que podemos ver na foto) e que já eram movidas com tractor agricola.
Estas máquinas, aghora só servem para museu.
Giesta é o nome vulgar de várias espécies arbustivas pertencentes às tribo Genisteae, que se ramificam desde junto ao solo e tem um porte menor em relação às árvores. Não necessitam de grande espaço para sedsesenvolverem.
É netas época do ano que as giestas se encontram floridas, com as suas flores, umas brancas, outras amarelas. Por florirem nesta época, àquelas que produzen flores amarelas, também há quel lhes chame Maias.
Há giestas que , por vezes, atingem um maior porte e são aproveitadas para lenha. Nos montes aqui à volta aparacem giestas de qualquer espécie, com muita frequência,
Diz o nosso povo e com razão que "isto anda tudo trocado". Depois de um Inverno e inicio de Primavera tremendamente secos (no principio de Março os termómetros chegaram aos 30 graus de temperatura) temos agora a chuva que tem caido ininterruptamente desde há alguns dias, chegandoj á a alagar os terrenos de cultivo.
Era durante o Inverno é que deveria ter chovido com esta intensidade para fertilizar os terrenos. Claro que a chuva estava a fazer falta, só que veio fora de tempo.
Já aqui mostramos varias fragas existentes nos montes aqui à volta da nossa aldeia. Cada uma delas tem a sua forma e feitio diferentes. Mas de todas as que já mostramos, esta que hoje aqui é trazemos, é quanto a nós, a que tem a sua forma mais curiosa. Tanto nos faz lembar a bocarra aberta de um animal gigante, como a entrada de um túnel.
É possivel que ainda apareçam mais com formas dignas de realce. Se aparecercerem não hesittaremos em trzê-las aqui.
Parece-nos que o verdadeiro nome desta é planta é Queilidornia Maior, mas aqui pela nossa terra é conhecida como Ceruda. É uma planta cuja seiva é de uma cor amarelo/alaranjado, muito parecida com a tintura de idodo. Nasce geralmente junto dos muros e em locais húmidos. Sempre ouvimos dizer aos nossos antepassados que a seiva desta planta era utilizada para os tratamentos da pele, especialmente para a sarar as feridas que cicratizava.
Ainda hoje, quando se anda no campo e se faz um pequeno ferimento se utiliza a seiva destas plantas.
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